Mais uma vez assistimos a um assassinato cultural em Queluz.
A Casa onde viveu Stuart Carvalhais foi demolida, em prol do
desenvolvimento monetário.
A população não tem voz activa, devido condições impostas,
por uma democracia, que se diz democratica,
e da qual considero Ditadura.
Nos actos Eleitorais andam por aí, a prometer bolos aos tolos, depois
de eleitos sofrem de amnésia total, e nada fazem para o bem da população.
Fica aqui um desenho original de Stuart, e a sua Biografia:
Stuart Carvalhais é considerado o pai da banda desenhada em Portugal. Frequentou o Real Instituto de Lisboa e, em 1906, o seu primeiro desenho, Cenas de Rua, é publicado no jornal O Século. Viaja para Paris em 1912, e colabora, como ilustrador, no jornal Gil Blas.
A sua primeira banda desenhada, Quim e Manecas, é publicada pela primeira vez em 1915, no suplemento humorístico do jornal O Século. Estas personagens dão origem ao primeiro filme cómico, com o mesmo nome, apresentado em 1916, onde Carvalhais interpreta o pai de Manecas. As histórias de Quim e Manecas serão publicadas até 1953.
Paralelamente, Carvalhais teve, também, um papel de destaque no teatro português, nomeadamente o de revista, onde trabalhou como cenógrafo e figurinista e, em 1932, expõe, em nome individual, no Salão da Casa da Imprensa. Volta a expôr em 1935, desta vez na Exposição de Artes Plásticas da referida casa.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Stuart_Carvalhais
Ao longo da sua vida, Carvalhais publicará os seus trabalhos em diversos jornais, dos quais se destacam A Batalha, o Diário de Notícias, o Diário de Lisboa, o Diário Popular e o jornal A Bola; e em revistas como a Sátira (publicação humorística), Repórter X, Ilustração Bertrand, Kino, Pica-Pau e Cara Alegre.
Em 1949, Stuart Carvalhais recebe o prémio Domingos Sequeira